SEARA DA CIÊNCIA


ÓTICA


O pêndulo de Pulfrich.

Objetivo

Ilustrar uma ilusão de ótica que envolve a percepção de movimentos.


Descrição

Essa ilusão de ótica foi descrita pelo físico alemão Carl Pulfrich, em 1922. Arranje uns óculos escuros, de sol. Faça um pêndulo com um pequeno peso e um fio de uns 60 centímetros. Faça o pêndulo oscilar em um plano e olhe-o de longe, com o plano do pêndulo perpendicular à sua linha de visão. Ponha um dos vidros dos óculos na frente de um dos olhos e mantenha ambos os olhos abertos enquanto olha a oscilação do pêndulo. Você deverá ver o peso girar em um círculo, enquanto oscila.
Fazendo o mesmo com o vidro na frente do outro olho o pêndulo parece girar na direção contrária.


Análise

Pulfrich deu a seguinte explicação para esse efeito: a imagem menos luminosa que se forma na retina do olho atrás do vidro escuro chega ao cérebro um pouquinho depois da imagem mais brilhante na outra retina. Esse atraso é interpretado pelo cérebro como um deslocamento do objeto para frente ou para trás, dependendo da direção do movimento do peso.


Material

Um pedaço de fio de uns 60 a 80 centímetros.
Um peso pequeno.
Óculos de sol com vidros escuros, sem grau.


Dicas

Essa experiência pode fazer parte de uma exposição sobre ilusões de ótica. Junte várias ilusões e organize seu estande com cartazes contendo as figuras e as explicações. Na seção TINTIM POR TINTIM falamos da Ótica da Visão e damos vários exemplos de ilusões de ótica.