( Parte da capa do "Diálogo sobre os Sistemas do Mundo", de Galileu Galilei, 1632. ) SEARA DA CIÊNCIA

A TV DIGITAL

Em Dezembro de 2007, segundo ouvimos dizer, as primeiras transmissões abertas de TV digital começaram em São Paulo. Esse ano começarão também para nós da periferia. Portanto, está na hora de você começar a se informar sobre essa novidade que, dizem alguns, vai revolucionar nossa forma de ver televisão. Será mesmo? Ou será que teremos apenas as mesmas novelas e big-brothers com menos chuviscos?

De qualquer modo, nunca é demais saber sobre algo que pode afetar nossa vida diária. Que precisaremos fazer para pegar esse bonde? E quanto isso vai custar aos nossos já combalidos recursos financeiros? E que vantagens essa nova TV pode nos trazer?

É sobre isso que vamos conversar nas próximas seções, aproveitando, como é nosso costume, para infiltrar alguns conceitos de física e tecnologia. Tentaremos fazer isso usando o mínimo de jargão e tecnicalidades (o que nem sempre é possível) destrinchando ao máximo o que interessa sobre o tema.

Vamos lá.

NOTA:

Esse texto foi escrito em 2006, logo está bem defasado. Entretanto, os princípios explicados a seguir são válidos ainda hoje. Por outro lado, algumas das coisas previstas nesse texto (em 2006) foram comprovadas e valem hoje, como explicaremos no último capítulo.


A velha TV analógica e a nova TV digital.

Uma metáfora para explicar a compressão do sinal de TV digital.

A modulação e a tal largura de banda.

Tipos de TV digital; sopa de letrinhas.

O sistema brasileiro, dito SBTVD-T.

A prometida interatividade.

E nós, os telespectadores, como ficamos?